29 de jul de 2015

A importância do próprio nome

Diana Grunfeld fala sobre nome próprio na alfabetização


Diana Grunfeld, especialista em didática da alfabetização e membro da equipe de coordenação da Rede Latino-americana de Alfabetização, fala sobre o trabalho com nome próprio.






A importância do nome próprio - parte 1

Neste vídeo, produzido para o Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), você conhece a importância da escrita do nome próprio na alfabetização inicial.



A importância do nome próprio - parte 2


Neste vídeo, produzido para o Programa de Formação de Professores Alfabetizadores (Profa), você conhece a importância da escrita do nome próprio na alfabetização inicial.



Os desafios de trabalhar o nome próprio com uma turma da Educação Infantil

Intervenções do professor: como atender às demandas reais de aprendizagem

Assista a um vídeo com os desafios de trabalhar o nome próprio com uma turma da Educação Infantil

Durante uma aula, a professora Alaide Nicoletti Deyrmendijan, da EMEI Dr. José Augusto, em São Paulo, pediu às crianças que assinassem o cartão de aniversário feito para presentear uma colega. Enquanto todos trabalhavam, ela caminhou pela sala e viu que Raul havia escrito seu nome da direita para a esquerda com rotação das letras R e L: . Ao lado do menino, Alaide propôs que ele lesse o que estava escrito e comparasse com seu crachá. Aos poucos, Raul percebeu que, para escrever uma palavra em nossa língua, é necessário respeitar uma ordem determinada: da esquerda para a direita. Assista ao vídeo com mais casos dessa turma abaixo.

Além de planejar atividades com objetivos claros, o professor alfabetizador deve saber como suas intervenções podem ajudar a criança a refletir sobre o sistema da escrita. “Por mais poderosa que seja uma situação didática, quando não está acompanhada de intervenções adequadas, ela inevitavelmente perde seu potencial. Por isso, é desejável planejar uma série de possíveis intervenções de acordo com as respostas das crianças”, diz Diana Grunfeld, especialista em didática da alfabetização e membro da equipe de coordenação da Rede Latino-americana de Alfabetização.
Não são apenas os alunos com dificuldade que devem receber a atenção do professor. Aqueles que já conseguem identificar e escrever seu nome, sem a ajuda do modelo, precisam ser constantemente desafiados. Caso contrário, a turma corre o risco de sofrer com o “fenômeno da homogeneização”, descrito por Diana no artigo “La intervención docente en el trabajo con el nombre proprio – Una indagación em jardines de infantes de la Ciudad de Buenos Aires” (disponível apenas em espanhol). Quando isso ocorre, o professor não leva em consideração a heterogeneidade dos saberes dos pequenos para planejar as atividades. Se já escrevem o próprio nome, por que não propor que comecem a escrever o de seus colegas? Dessa forma, todos podem avançar.

Intervenções bem planejadas

É preciso ter conhecimento do que os alunos já sabem para promover discussões mais significativas durante as atividades. “Caso contrário, as intervenções do professor serão pautadas em suposições, e não nas reais demandas e saberes deles”, explica Andréa Luize, coordenadora do Núcleo de Práticas de Linguagem da Escola da Vila, em São Paulo. Ao propor que a turma encontre determinado nome em meio a uma lista, por exemplo, é importante perguntar às crianças como chegaram àquela conclusão. Nessas situações de leitura e identificação, o professor pode utilizar as respostas inadequadas para incentivar a verificação e a reformulação das suas ideias iniciais.
Em atividades de escrita do nome, é essencial estabelecer um clima de segurança na sala. Aqueles que ainda não sabem escrever poderão copiar de um modelo, com calma e no seu tempo. Se a criança tiver dificuldade em grafar as letras, o professor pode ajudá-la a prestar atenção em seu traçado. Quando as crianças esquecem as letras que querem escrever, é interessante encorajá-las a procurar no alfabeto da classe.

Como avaliar o que as crianças já aprenderam?

Para saber se as intervenções estão contribuindo para o processo de aprendizagem, a única maneira é observar a turma. “O professor que propõe atividades de análise do sistema de escrita com regularidade não precisa de avaliação externa. Ele consegue fazer o mapeamento por acompanhar a turma diariamente”, diz Beatriz Gouveia, coordenadora de projetos do Instituto Avisa Lá e professora da pós-graduação em Alfabetização do Instituto Superior Vera Cruz.
Foi o que fez Aline Lima, professora da turma de 5 anos da Escola de Educação Básica e Profissional Embaixador Expedito de Freitas Resende, em Teresina. Depois de cada atividade com nome próprio, ela registra pautas de observação e analisa o que as crianças já conseguem fazer e no que enfrentam mais dificuldades. Ela organiza um portfólio para cada aluno e acompanha sua evolução. Além de avaliar o que já foi aprendido, Aline consegue planejar as próximas ações e apresentar novos desafios aos pequenos.



27 de jan de 2015

EXPRESSÕES FACIAIS

A face é um tema recorrente em terapias,  processos de aprendizagem e estimulação por sua relevância no cotidiano da criança. É por meio do rosto que comunicamos nossas emoções e sentimentos. Explorar das mais diversas formas essa parte do corpo pode trazer ganhos únicos para a vida.

Um material bem legal que você pode imprimir para trabalhar o reconhecimento de emoções. São 5 faces, cada uma representando uma emoção que após ser impressa e pintada, deve ser recortada e usada como quebra-cabeça.

   

 


As peças devem ser pareadas pela expressão dos olhos e boca.  Você pode fazer também cartões com o nome das emoções, o que seria uma etapa a mais em uma atividade usando esse recurso.
Ideias que podem se encaixar em diferentes objetivos de terapia e estimulação:
  • Nomeação das partes do rosto do desenho e comparação com as partes do rosto do criança (esquema corporal).
  • Com as imagens em branco, incentive a criança a colorir. Esta é a forma mais tradicional de uso que pode ser feita de forma livre ou com algumas adaptações. As adaptações sugeridas podem estimular o reconhecimento de cores e das partes do corpo (“Vamos pintar o cabelo do Frankie de preto?”) ou o sequenciamento e memória (“Vamos pintar o cabelo e depois o nariz?”).
  • Completar uma cópia dos rostos trabalhando habilidades visuo-espaciais.
  • Estimular a linguagem e organização do pensamento pedindo a criança para criar uma história.
  • Relacionar semelhanças e diferenças com um rosto humano (descartando parafusos, coloração, etc dos desenhos).
  • Fazer máscaras.
  • Laminar os rostos e fazer um alinhavo estimulando coordenação fina, uso bilateral das mãos e atenção.
  • Preenchera as faces com estímulos táteis (grãos, lãs, lixas, etc).

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 Fonte: http://www.reab.me/


A Educação Inclusiva

É um processo que amplia a participação de todos os estudantes – sem distinguir condições físicas, mentais, sociais, de raça, cor ou credo – nos estabelecimentos de ensino regular. Trata-se de uma reestruturação da cultura, da prática e das políticas vivenciadas nas escolas de modo que estas respondam à diversidade dos alunos. É uma abordagem humanística, democrática, que percebe o sujeito e suas singularidades, tendo como objetivos o crescimento, a satisfação pessoal e a inserção social de todos.

De acordo com o Seminário Internacional do Consórcio da Deficiência e do Desenvolvimento (International Disability and Development Consortium – IDDC) sobre a Educação Inclusiva, um sistema educacional só pode ser considerado inclusivo quando abrange a definição ampla deste conceito, nos seguintes termos:
- Reconhece que todas as crianças podem aprender;
- Reconhece e respeita diferenças nas crianças: idade, sexo, etnia, língua, deficiência/inabilidade, classe social, estado de saúde (i.e. HIV, TB, hemofilia, Hidrocefalia ou qualquer outra condição);
- Permite que as estruturas, sistemas e metodologias de ensino atendam as necessidades de todas as crianças;
- Faz parte de uma estratégia mais abrangente de promover uma sociedade inclusiva;
- É um processo dinâmico que está em evolução constante;
- Não deve ser restrito ou limitado por salas de aula numerosas nem por falta de recursos materiais.


Você que é professor, estudante, pesquisador ou quer apenas conhecer mais sobre esse assunto tão importante para uma boa convivência acadêmica, pode fazê-lo baixando os livros gratuitamente para ler quando e onde quiser. São 11 opções, veja só:


Todos os livros são gratuitos e podem te ajudar a ver o mundo de um jeito diferente.


Boa leitura!


2 de jan de 2015

Fonoaudiólogos educacionais vivem experiências inesquecíveis dentro das escolas






A Fonoaudiologia na Rede de Apoio ao Atendimento Educacional Especializado no Município de Itajaí/SC







Feliz 2015

"Quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um individuo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui para diante tudo vai ser diferente.
Para você, desejo o sonho realizado, o amor esperado, a esperança renovada.
Para você, desejo todas as cores desta vida, todas as alegrias que puder sorrir, todas as músicas que puder emocionar.
Para você, neste novo ano, desejo que os amigos sejam mais cúmplices, que sua família seja mais unida, que sua vida seja mais bem vivida.
Gostaria de lhe desejar tantas coisas...
Mas nada seria suficiente...
Então desejo apenas que você tenha muitos desejos, desejos grandes.
E que eles possam mover você a cada minuto ao rumo da sua felicidade.
Feliz 2015!!!

Um grande abraço do Fono Educa!