28 de out de 2014

Construção de escrita

Compartilho essa ideia que vi no site Orientacion Andujar
Com essa ferramenta você pode trabalhar com seus alunos e pacientes, a criação de palavras de uma forma lúdica e divertida. 
  • Podemos assim, criar palavras, inventar novas palavras e dar um significado, formar palavras de um determinado campo semântico e formar palavras com um determinado número de letras e sílabas.

Aqui você encontra um encarte para montar palavras minúsculas: (clique aqui)




Aqui você encontra um encarte para montar palavras maiúsculas: (clique aqui)




16 de out de 2014

Fonoaudiologia e Educação: uma parceria necessária



Prefácio
O ambiente escolar vem se constituindo historicamente como importante campo de atuação da Fonoaudiologia. As concepções teóricas metodológicas que norteiam a prática do fonoaudiólogo nas
instituições educacionais são diversas, conforme as perspectivas da Fonoaudiologia enquanto área de conhecimento que visa todos os aspectos da comunicação humana.
É fato que alterações relacionadas à audição, linguagem oral e escrita, fala, motricidade orofacial e voz interferem no processo ensino aprendizagem, bem como nas condições de interlocução comunicativa.
Ainda que a Fonoaudiologia esteja inserida na área da saúde, os conhecimentos específicos da formação do fonoaudiólogo se articulam de forma explícita com questões e demandas que emergem no sistema educacional. A prática fonoaudiológica é imprescindível nesse contexto.
Os autores do livro “Fonoaudiologia e educação: uma parceria necessária” demonstram nos seus estudos as diversas demandas e as competências com as quais esse profissional se depara na estrutura educacional, além de apresentarem como proposta a promoção da saúde fonoaudiológica neste contexto. Delineiam as diversas formas de atuação, com ações voltadas para a promoção, prevenção, avaliação, diagnóstico, orientação, monitoramento e habilitação das funções comunicativas de todos os atores envolvidos no processo ensino aprendizagem.
Aqui encontramos um trabalho valioso, que oferece não só atualização específica na área da Fonoaudiologia, como também esclarece a outras áreas de conhecimento a abrangência da atuação do fonoaudiólogo nas instituições educacionais. Ratifica também, o papel do fonoaudiólogo na função social e de cidadania da escola, contribuindo na construção da autonomia e na formação de seres humanos capazes
de assumir uma postura crítica e criativa perante o mundo.
Essa iniciativa do Conselho Regional de Fonoaudiologia - CREFONO3 sugere que o papel de um Conselho Profissional é muito mais que regular e fiscalizar a profissão. A criação de pontes que fortalecem a profissão e sua inserção nos diferentes contextos de trabalho evidencia o comprometimento desta instituição em solucionar temas de interesse da sociedade, além de garantir e defender o direito do profissional de dispor de preparação e conhecimento que lhe permita assumir responsabilidade social quando do seu exercício profissional.

Ana Cláudia Ferigotti
Conselheira Efetiva do Conselho Federal de Fonoaudiologia
Março - 2010
SUMÁRIO

1. Atuação fonoaudiológica nas escolas
Ângela Ribas
Maria Regina Franke Serrato

2. Critérios fundamentais para o diagnóstico fonoaudiológico dos distúrbios de leitura e escrita.
Cláudia Sordi-Ichikawa

3. Alterações vocais no aluno - Relato de caso em uma
Escola de Educação Infantil.
Ana Paula Pamplona da S. Müller

4. Professor: a voz da educação
Tânia T. Tozi Coelho
Lara Cristina Fernandes Castilho

5. Os distúrbios de comportamento no respirador oral
Maria Luiza Michelini Wippel
Simone Ferreira dos Santos

6. Percepção auditiva
Ângela Ribas
Thelma Costa

7. Inclusão escolar
Ione Lacerda L.M.Sanches

8. Fonoaudiologia, telessaúde e educação à distância
Josiane Borges

9. O ensino superior e a Fonoaudiologia no Brasil
Ney Stival
Jaqueline Medeiros de Mello

Para ter acesso à publicação completa clique no link a seguir:
http://www.sbfa.org.br/portal/pdf/iiioficina_referencia_educacao2012.pdf

12 de out de 2014

Todos Aprendem (Módulo 4) - Como ajudar o aluno a ler e escrever melhor?

Neste vídeo, veremos como se desenvolve o processo de leitura e escrita, bem como algumas estratégias pedagógicas para aprimorar a leitura, estimular a escrita e que favorecem a melhoria do ambiente de aprendizagem.

Clique no link para assistir ao vídeo



Todos Aprendem (Módulo 3) - Como ajudar o aluno a ouvir, entender e falar melhor?


Este vídeo apresenta estratégias a serem utilizadas em sala de aula, dando maior importância à estimulação das habilidades de linguagem oral, incluindo as habilidades auditivas, que são primordiais para uma aprendizagem com sucesso.
Clique no link para assistir


Todos Aprendem (Módulo 2) - Por que o aluno não aprende?


Este vídeo apresenta as várias razões pelas quais uma criança não aprende, apontando os sinais que diferenciam as dificuldades escolares dos transtornos de aprendizagem.


Clique no link



Todos Aprendem (Módulo 1) - Como o aluno aprende?

Para o Instituto ABCD, ensinar bem é garantir que todos aprendam!


O Programa “Todos Aprendem” é um curso voltado para a formação complementar de professores e educadores, que tem por objetivo debater sobre a diversidade dos perfis de aprendizagem, além de abordar questões especificas sobre as dificuldades e transtornos de aprendizagem. 
Este vídeo apresenta "Como o aluno aprende?", a partir das teorias do desenvolvimento infantil.

Clique no link

LIVRO: MANEJO COMPORTAMENTAL DE CRIANÇAS COM O TRANSTORNOS DO ESPECTRO DO AUTISMO EM CONDIÇÃO DE INCLUSÃO ESCOLAR - Guia de orientação a professores


As informações contidas neste guia são recomendações baseadas em evidências científicas de estudos sobre crianças e adolescentes com Transtornos do Espectro do Autismo. Para outros aspectos, psicológicos e pedagógicos, particulares de crianças com alguns desses transtornos, pais e/ou cuidadores deverão procurar profissionais devidamente qualificados.

PARA BAIXAR O LIVRO CLIQUE NO LINK:

http://media.wix.com/ugd/a9580b_742384c181574865bfa5d520dba55d56.pdf



29 de set de 2014

Querida futura mamãe

Após depois descobrir que seu filho nasceria com Síndrome de Down, uma mãe italiana entrou em contato com a organização CoorDown. Ela queria saber como seria sua vida e a sua convivência com outras pessoas sem a Síndrome. Como resposta, ela recebeu da organização um vídeo, produzido em parceria com a agência Saatchi & Saatchi. Nele, 15 portadores da síndrome falam sobre suas vidas.


Educação Especial - Formação continuada - Jardim Alegre/PR


No dia 25 de Outubro de 201 aconteceu o I Encontro de Formação Continuada com os professores de Sala de Recurso Multifuncional, Classe Especial e Coordenadores Pedagógicos da Rede Municipal de Educação do Município de Jardim Alegre/PR. 
Discutimos muito sobre Atendimento Educacional Especializado e as condições desse atendimento no Município.
Dentre os temas trabalhados demos ênfase à dois especificamente:
- Cultura e preconceito como fenômenos socialmente constituídos. 
- Da Segregação ao Protagonismo
Esses encontros acontecerão uma vez ao mês na Biblioteca Cidadã do Município. 
A próxima data está marcada para o dia 30/10/2014.




Fora da Escola Não Pode!
No Brasil, mais de 3,8 milhões de crianças e adolescentes estão fora da escola, segundo relatório Exclusão Escolar no Brasil, de 2014, produzido pelo Unicef em parceria com a Campanha Nacional pelo Direito à Educação. O vídeo abaixo foi produzido especialmente para a SAM 2014 pela ONG Mais Diferenças e conta com recursos de audiodescrição, janela de Libras e subtitulação.





A educação inclusiva é um direito inalienável de cada ser humano, isso significa que não pode ser recusado pela família nem pela própria pessoa.

A QUEM RECORRER?
Se o direito à educação inclusiva não for cumprido, procure a Secretaria de Educação de seu Estado ou Município. Não havendo encaminhamento, acione um dos órgãos de controle mais próximo: Defensoria Pública, Promotorias da Infância e da Adolescência e da Pessoa com Deficiência, Conselho da Criança e do Adolescente ou Conselho Tutelar. Ao conversar com autoridades de qualquer uma dessas instâncias, mostre esta publicação e use seu conteúdo como referência.

FIQUE DE OLHO! É crime recusar a matrícula de pessoas com deficiência, TGD/TEA e altas habilidades/superdotação. A Lei 7.853/89 proíbe recusar, suspender, adiar, cancelar ou extinguir a matrícula de uma pessoa por causa de sua deficiência, em qualquer curso ou nível de ensino, quer seja público ou privado. A pena pela infração pode variar de um a quatro anos de prisão, mais multa.

A construção de um sistema educacional inclusivo no Brasil está assegurada na Constituição Federal Brasileira, que ratificou a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência (ONU/2006). A convenção tem status de Emenda Constitucional pelos Decretos 186/2008 e 6.949/2009. Lembre-se: a Constituição Federal está no topo da hierarquia do ordenamento jurídico, portanto, sua força legal é superior ao das leis ordinárias e dos decretos. Leia a íntegra da convenção.

Outros documentos internacionais dos quais o Brasil é signatário:
• 2001: Declaração Internacional de Montreal sobre Inclusão
• 1999: Convenção Interamericana da Guatemala, para a eliminação de todas as formas de discriminação contra as pessoas portadoras de deficiência
• 1996: Declaração de Salamanca sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais
• 1975: Declaração dos Direitos das Pessoas Deficientes





META DO PNE SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA É INCONSTITUCIONAL

semanadeacaomundial 

27 de setembro de 2014
META DO PNE SOBRE EDUCAÇÃO INCLUSIVA É INCONSTITUCIONAL

Após quase quatro anos de tramitação, em junho de 2014 foi sancionada a Lei 13.005, que institui o PNE (Plano Nacional de Educação). O texto deve nortear as políticas públicas educacionais nos próximos dez anos. Dentre as 20 metas do plano, está a Meta 4, que trata da educação inclusiva.

Segundo ela, o Brasil deve “universalizar, para a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados”.

O texto da Meta 4 do PNE é inconstitucional, pois associa o termo “preferencialmente” também à educação básica, e não apenas ao AEE, como faz a Constituição, abrindo assim uma brecha legal para a exclusão da população com deficiência do sistema comum de ensino.

Durante a tramitação no Congresso Nacional, a Meta 4 sofreu diversas alterações. O texto final está distante daquele aprovado pela sociedade civil na Conae 2010 (Conferência Nacional de Educação), cuja proposta era “universalizar, para a população de 4 a 17 anos, o atendimento escolar aos/as estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação na rede regular de ensino”.

ATENÇÃO!

Os equívocos do PNE não podem se repetir nos Planos Estaduais e Municipais de Educação. Durante a elaboração ou revisão dos planos no seu Estado ou Município, participe das discussões e pressione o poder legislativo para que o texto supere os pontos frágeis do plano nacional.

Conheça a iniciativa De Olho Nos Planos: Acessewww.deolhonosplanos.org.br e baixe os documentos de referência e materiais sobre a construção de Planos de Educação por meio de processos participativos Atenção! No Brasil, cerca de 30% dos Municípios e mais de 60% dos Estados ainda não possuem planos de educação.

SOCIEDADE DEVE ESTAR ATENTA À LEGISLAÇÃO
Recentemente foi aprovado outro texto legal contrário a uma educação verdadeiramente inclusiva. Trata-se do Decreto 7.611/11, que permite repassar recursos do Fundeb (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação) para financiar também as matrículas em escolas especiais ou especializadas.

A medida revogou o Decreto 6.571/2008, que destinava, corretamente, recursos do Fundo apenas às escolas regulares da rede pública. Isso significa dizer que os recursos financeiros para investimento e custeio das escolas públicas ficaram menores…

ATENÇÃO!
Tanto o Decreto 7.611/11 quanto a Lei 13.005/14 NÃO podem representar retrocesso à construção de um sistema educacional inclusivo no Brasil, pois este está assegurado na Constituição Federal, que ratificou a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência.




13 de mai de 2014

O trabalho com nome próprio é uma etapa fundamental para o início do processo de alfabetização, ainda na Educação Infantil. Confira quatro exemplos de boas atividades desenvolvidas pela professora Alaide Nicoletti Deyrmendjian em uma das turmas do Infantil II na EMEI Dr. José Augusto César, em São Paulo. 

Assista ao vídeo


Fonte: Esse trabalho está disponível num link da revista Nova Escola,  que discute sobre o trabalho com nome próprio.

11 de fev de 2014

Infâncias

Na última semana pedagógica a qual fui convidada a participar, tive uma fala sobre as questões da infância no contexto escolar e para isso utilizei de alguns textos e vídeos sobre as infâncias que temos no mundo e na atualidade. 

Para iniciar questiono:


O que é infância e qual o período a que se caracteriza essa fase?


Segue especificações dos períodos infantis
* Primeira infância vai desde seu nascimento até seus 3 anos de idade;
* Segunda infância inicia no intervalo de 3 aos 6 anos de idade;
* Terceira infância entre 6 e 12 anos de idade, dando princípio a puberdade.

Quantas infâncias você tem nas mãos?
Existe uma criança universal?

Documentário: Os bebês
       Um dos documentários mais expressivos em se tratando do cotidiano dos bebês.
       Thomas Balmes acompanhou Ponijao, da Namíbia (África); Bayarjargal, da Mongólia; Mari, do Japão; e Hattie, dos EUA no decorrer de 4 anos.
Provavelmente, ele fez um trabalho prévio de acompanhamento das mães, que se mostram muito à vontade frente à sua câmera, mesmo no momento crucial e íntimo do parto. Em alguns momentos, a impressão é de que a câmera estava escondida ou estática e sem nenhum profissional por perto, a fim de captar os chamados “espaços vazios”, momentos em que aparentemente nada acontece, mas que possuem a síntese e a beleza da vida.
A presença dos pais e de outros coadjuvantes é sempre notada, mas os ângulos das câmeras privilegiam a ação dos pequeninos em sua aventura de descoberta do mundo. Essa abordagem nos aproxima da experiência dos bebês e da vivência dos cuidados dos pais.
Como o filme é dirigido por um ocidental, percebe-se que o documentário tem um viés voltado para o registro da alteridade. Dessa forma, a pequena Hattie tem pouco destaque, enquanto Ponijao e Bayar parecem brilhar mais. Isso parece ter a ver com o fato de serem os mais “estranhos” para a câmera de Balmès, com costumes e ambientes mais exóticos para os olhos de um europeu.
Cada um deles busca com curiosidade conhecer o mundo ao seu redor, os objetos e os animais. Cada um, em seu tempo, aprende a balbuciar e imitar a fala dos adultos. Todos eles experimentam os primeiros passos e as primeiras quedas.

Link para acesso ao filme> Clique aqui: Documentário Babies

Diretor:Thomas Balmes – Paris
País: França
Duração: 79min
Ano: 2010


Ao final desse documentário, nos perguntamos:

  • Existe uma criança universal?
  • Quais são as relações/ vínculos afetivos (mãe/bebê/irmãos/animais)?
  • O que você percebeu sobre o cuidar do bebê???
  • E agora, quantas infâncias você tem nas mãos?


Para complementar esses dados, apresento alguns pontos abordados no texto: Abrindo a pedagogia a outros olhares - maria isabel eddel weiss bujes

Pedagogia Moderna

¢Discursos de descrever as crianças e as práticas pedagógicas
¢Relações de poder
¢Passagem do séc XV ao séc XVIII – projeto civilizador moderno – escolarização
¢Surge a escola moderna – definição de um estatuto da infância, a criação de espaços para a educação das crianças, o surgimento de um corpo de especialistas em educação e de teorias específicas, a destruição de outros modos de educação e a imposição da obrigatoriedade escolar.

Séc xix – endeusam a infância

¢Nascem as disciplinas – medicina, fisiologia, antropologia, biologia, psicologia
¢Estudar os pequenos e os primitivos – ajuda a explicar as origens e as particularidades da mente humana
¢Etapas do desenvolvimento e a evolução histórica da sociedade – Charles Darvin / Jean Piaget

¢Escola obrigatória – função de controle social

Uma Nova escola?
Controle, pra que? Porque?


  A pedagogia nova tem um controle mais sutil: organização do meio, estruturando dispositivos mais modernos de disciplina social, sem o emprego da força. Psicologia do desenvolvimento.

Nós compreendemos os sentidos próprios que as crianças atribuem a si e às suas relações com a vida e o mundo?


As crianças e seu (des)lugar nas culturas contemporâneas - Regina de assis

Esse texto nos traz a ideia de como como compreender os sentidos próprios que as crianças atribuem a si e às suas relações com a vida e o mundo?

As crianças tem voz? Tem vez?

Fragmento de fala de uma criança:  “PROFESSORA, MINHA CABEÇA FALA E CANTA COMIGO”

Damos atenção necessária às descrições, impressões, curiosidades, medos, ansiedades e conquistas infantis??? Essas questõe só tem lugar quando há um outro – adulto, adolescente ou criança – disposto à escuta, interessada, às relações afetivas e ao diálogo que constitui significados provenientes das trocas entre sentidos muito particulares.
    

O desaparecimento da infância e a sua falta de lugar nas culturas contemporâneas é um dos principais temas estudados pelo historiador francês Philippe Ariès. 

Em 1978 Ariès publicou o livro História Social da Criança e da Família em que abordou várias discussões ao tentar analisar o sentimento de infância, buscando definir a descoberta da infância. 



    
    As crianças, nos primórdios,  eram entendidas como adultos em miniatura ou então como bibelôs, nos contextos sociais, culturais  e econômicos dos períodos históricos estudados, poderíamos dizer que – guardadas as proporções destas análises, na atualidade nossas crianças continuam, como antes, sendo um simulacro dos adultos e, muitas vezes, objetos de exibição.

     


Em seguido apresento o documentário: 

 A invenção da infância – Rio grande do sul 2000

Aborda o seguinte tema: 
SER CRIANÇA NÃO SIGNIFICA TER INFÂNCIA


Link do filme:  Clique na imagem acima para assistir


Neste filme podemos observar algumas questões:
Conformação com a situação.
Brincadeiras como são?
As crianças trabalham?? Com o que? Fazendo o que?
Qual a importância dos Cursos e responsabilidades na vida das crianças?
A influência da televisão – novelas

Ser criança na contemporaneidade é um fato que começa a rarear e tomar novos contornos.

Filme: Crianças Invisíveis 

“Crianças invisíveis” é um filme composto por sete curta-metragens, filmados nos países da África (Mehdi Charef), Servia Montenegro (Emir Kusturica), Estados Unidos (Spike Lee), Brasil (Kátia Lund), Inglaterra (Ridley Scott), Itália (Stefano Veranuso) e China (Jonh Woo).
De modo geral o filme descortina um mundo de negligência de cuidados, maus-tratos, violência psicológica e familiar, tráfico e uso de drogas, exploração de trabalho infantil e conflitos étnicos, políticos e econômicos, onde as crianças e adolescentes estão imersos. Diante desse cenário nos perguntamos: O que fazemos enquanto família, educadores(as), escola, políticos(as) e cidadãos(ãs) para mudar essa trágica realidade que aponta para futuros incertos?

Clique na imagem para assistir

Questões que envolvem esse universo: 
Transformação no núcleo familiar e infância 
Conquista da autonomia cidadã pelas mulheres
Famílias monoparentais (pais separados) e homossexuais
O papel do provedor da família
A ausência da figura paterna
A vida em família atualmente faz com que a criança se torne cada vez mais cedo autônomas, responsáveis e solidárias  - surge  a influência da mídia audiovisual e a digital.

O poder da mídia influencia a constituição das identidades infantis, dos seus conhecimentos e valores?

Discutiremos mais sobre esse e outros assuntos num próximo post.

SER CRIANÇA NÃO SIGNIFICA TER INFÂNCIA