27 de mar de 2013

Investimento para a Fonoaudiologia Educacional no Sul!!

Eu apoio e quero no Paraná!! Garanto que você também quer!!

Três cidades (só em SP) com o mesmo curso! RIBEIRÃO PRETO, BAURU e S.J. RIO PRETO.
E a gente aqui, trabalhando com Fono Educacional, sem qualquer perspectiva de um curso assim!
Ai querem reconhecimento, desenvolvimento da área como? Nunca sai nenhum curso desse para a nossa região...
O ponto de partida é fazer entenderem o que de fato é a Fono Educacional e o que fazemos nas escolas. E isso não apenas para a população em geral, mas para a própria classe fonoaudiológica, pois infelizmente a cada dia me certifico mais que tem fono que não sabe.
O Conselho de Fonoaudiologia tem q divulgar mais a área e o Comunidade Cefac e Universidades (Unicentro/PR, Tuiuti/PR, Santa Maria/RS, Cesumar/PR, Unopar/PR, FAG/PR, Univali/SC etc) como instituições de formação, tem que ver a realidade do Sul também!!! Dá para contar nos dedos quem realmente trabalha, promove e divulga a Fgia Educacional por aqui.
Para trabalhar com qualquer especialidade da Fonoaudiologia, temos que ter uma formação posterior aquela da graduação! Entendo que a Fono Educacional é relativamente nova, mas se na nossa região não abrem espaço para ela crescer, fica MUITO difícil atuar! Só congressos, oficinas não suprem essa necessidade!
Já é difícil entenderem o que a gente faz! Se não investem nos profissionais daqui, o que nos resta?
E assim continua o, Fono quê?




Conheça abaixo um pouco das atuações do Fonoaudiólogo no ambiente educacional:
Ótimo programa de Aprimoramento em SP!!!


APRIMORAMENTO EM FONOAUDIOLOGIA EDUCACIONAL
RIBEIRÃO PRETO, BAURU E S.J.RIO PRETO

informações e inscrições www.serfono.com.br

programa do curso :

* Possibilidades de atuação do fonoaudiólogo no contexto educacional: elaborando e desenvolvendo projetos
· Aprendizagem e distúrbios do desenvolvimento: TDA/H; Dislexia; distúrbios de aprendizagem; discalculia; disgrafia; disortografia; dificuldades escolares. A identificação precoce e suas manifestações no ambiente escolar
· Avaliação fonoaudiológica nas alterações da leitura e da escrita : processos cognitivos e linguísticos; diagnóstico diferencial e a elaboração de laudos/relatórios; orientação para aplicação prática
· Apresentação dos resultados das avaliações práticas: discussão dos casos; diagnóstico diferencial; elaboração dos relatórios; planejamento da intervenção clínica e da orientação educacional
· Função executiva, memória e atenção: como aplicar tais conceitos em programas de intervenção nos problemas de aprendizagem, com enfoque no ensino e na aprendizagem
· Processamento auditivo no contexto clínico e educacional: impactos sobre a linguagem e a aprendizagem; estudo de casos
· Alfabetização em uma perspectiva de estimulação multissensorial e global
· Desafios da inclusão: deficiência mental, autismo e outros transtornos do desenvolvimento e da aprendizagem
· Desenvolvendo habilidades e competências gerais em leitura e escrita
· O professor cuida do aluno, e quem cuida do professor? Melhorando a competência comunicativa e didática dos profissionais da educação.

Síndrome de Down mostrando que não existem limites!!!




No dia 03 de março, Marília Gabriela recebeu o diretor Marcelo Galvão e os três principais atores do filme "Colegas": Ariel Goldenberg, Rita Pokk e Breno Viola.




No longa, três amigos com síndrome de Down vão em busca de seus sonhos. Ariel intrepreta Stallone, o menino que quer mergulhar no mar para encontrar a mãe em Atlântida. Na vida real, Ariel é casado com Rita, que ficou com o papel da sonhadora Aninha. Breno, faixa preta em judô, interpreta Márcio, personagem que sonha em voar como um pássaro.

Eles foram ao programa para falar sobre o sucesso do filme, suas histórias de vida e de superação, os prêmios que ganharam e planos para o futuro.
Confira as melhores frases da entrevista:


Marcelo


• Fui criado com um tio que tinha síndrome de Down. Ele tinha um coração gigante e era engraçado. Queria fazer um filme que tivesse essa alma.

• Testei mais de 300 candidatos. Tinha como referência a forma como eles lidavam com a câmera.

" ""Fui criado com um tio que tinha síndrome de Down. Ele tinha um coração gigante e era engraçado. "
"Queria fazer um filme que tivesse essa alma."Marcelo Galvão, o diretor

• O filme é totalmente inclusivo, mas não fala de síndrome de down.

• Eles não ganharam prêmios porque ficaram com dó deles, foi merecido.



Ariel

• Eu comecei fazendo teatro.

É minha primeira vez em um longa e valeu a pena.

• O Marcelo é um paizão para todos nós.

• Sou focado. Separo o que é vida real da ficção.



Rita

• Foi muito emocionante receber o prêmio (Kikito de Ouro).

• Não queria que as gravações acabassem, mas temos que tocar a vida.

• Estou esperando convites para fazer outros filmes e depois novelas.



Breno

• Estamos tentando levar o trailer do filme ("Colegas") para mostrar na ONU.

• Tenho o sonho de representar o Brasil nas Paraolimpíadas.

• Não sou galinha, sou galanteador.

• Se a gente não enfrentar o preconceito de cara, ele acaba com a gente.








Dica de leitura



Livro de JANUSK KORCZAK, que viveu no gueto de Varsóvia, onde ficou confinado com 200 crianças, pelo fato de ser judeu. Esse livro é um relato de um educador que na idade adulta volta a ser criança. As experiências vivenciadas por ele, passa ser como criança junto a sua família e convivência escolar.
O seu objetivo com suas palavras envolventes são nos levar a entender, ou pelo menos, procurar entender a cabeça de uma criança. No relato, fica claro que as atitudes dos adultos são de grande importância na vida de uma criança.
O autor sente várias sensações, como: o medo, a liberdade, tristeza, alegria, encantos e desencantos. Como qualquer outra criança sente no seu dia-a-dia. Ao descrever os seus sentimentos de menino, o autor usa uma metáfora muito conveniente, o autor diz o seguinte: “A criança é que nem a primavera. Ou tem sol, tempo bom, tudo é alegre e bonito. Ou de repente vem tempestade, relâmpago, trovões, raios que caem”. E fazendo analogia com os sentimentos dos adultos ele cita: “Já o adulto é como estivesse dentro do nevoeiro envolto numa triste névoa. Não tem grandes alegrias, nem grandes tristezas...”. Esta metáfora é interessante, pois realmente a criança é assim ou ela está radiante, feliz ou do contrário ela está triste. E os adultos nós nunca sabemos seus verdadeiros sentimentos vivem envoltos em sua névoa de fingimento e não deixam transparecer as suas verdadeiras emoções.
Esse livro traz muitas reflexões necessárias para quem deseja trabalhar na área de educação. Os adultos costumam tratar as crianças como seres inexistentes, que não tem vez nem voz. Onde tudo que elas sentem ou falam não tem a menor importância e quando através de atitudes buscam chamar a atenção de alguma forma, logo o adulto a repreende e a ridiculariza sem se importar se ela está na frente de seus amigos ou colegas. É triste saber que atitudes como esta é freqüente na vida de muitas crianças nos dias de hoje, onde se prega os Direitos da Criança e do Adolescente.
Essa experiência nos mostra que as ações dos adultos afetam as crianças de uma forma bem significativa. Existem muitos educadores que tratam as crianças como se elas não tivessem idéias interessantes, que o que elas falam não tem significado, sabemos que não é bem assim, elas tem muita sabedoria e uma complexidade que alguns adultos não tem.
Nesse sentido, é que Janusk quer mostrar sua figura dramática de volta a infância como um momento de reflexão, só quando formos capazes de nos colocar no lugar de uma criança para ter a noção do tamanho das experiências que elas vivenciam no dia a dia. Em vários momentos simplesmente ignoramos as crianças, não damos atenção a suas dúvidas e a maior parte do tempo estamos cobrando algo delas, não paramos para refletir que elas também têm desejos, vontades e sonhos. Apenas enxergamos nossas crianças quando elas nos causam algum tipo de aborrecimento.
Partindo desse pressuposto, podemos observar nos momentos de lazer, crianças cheias de energia e entusiasmo usando todo tempo e espaço possível para desenvolver suas brincadeiras que na maioria das vezes são interrompidas por adultos que não dão a devida atenção à liberdade que a criança necessita de se movimentar.
Portanto, todos aqueles que almejam trabalhar com crianças deveriam ler o livro e perceber que as crianças pensam igual e muitas vezes até mais profundamente que os adultos. O universo infantil é muito rico e contribui em grande parte para a formação de todos com quem eles convivem.

Resenha elaborada por:
Felipe Beserra do Vale
Ronnáli da Costa Rodrigues




Prévia do livro no Books.com.br:
Em nosso século, poucos educadores conheceram tão a fundo a alma da criança e do adolescente como Janusz Korczak, o mestre polonês que levou sua dedicação aos pequenos a ponto de - com um grupo deles - fazer a viagem final, em meio ao extermínio da Segunda Guerra Mundial. Eis um livro raro, tocante, sensível, comovente. Belo e terno, ele não discursa sobre a criança, mas se faz de porta-voz dela, voltando a ser criança e revivendo um mundo através dos olhos, sensações, tristezas e desencantos que toda criança vive. Um livro envolvente e sábio, mostrando as dificuldades de ser criança neste mundo feito, pensado e mandado pelos adultos.Ver uma prévia deste livro »