23 de out de 2012

COMPREENDENDO COMO AS CRIANÇAS AMADURECEM DE 0 A 3 ANOS.


Para compreendermos o desenvolvimento da criança desde o seu nascimento até os 5 anos é preciso saber e ter conhecimento dos períodos dessa faixa etária.
A criança tem uma série de respostas através de estímulos externos como o chorar, o balbuciar e outros.
Nos primeiros meses de vida do bebê no seu comportamento ocorre varias mudanças nos reflexos ligados a visão, audição e tato e depois sentidos.
Na faixa etária de 4 a 5 meses os bebês começam a dar os primeiros passos para falar, iniciando o sorriso especial, balbuciou e a fala suavemente, a famosa risadinha. Nessa fase eles utilizam a boca pra explorar o mundo tocando e experimentando da criança.
Na faixa etária de 6 a 12 anos meses a criança já começa a ter independência de desenvolver no engatinhar e reconhecer pessoas pela sua face, principalmente a de seus pais e mais tarde de outras pessoas, e começa também a perceber que ele é outra pessoa e que quando sua mãe vai, mais tarde voltara busca-lo, aprende a confiar nos adultos.
Muitas vezes os pais começam a dominar sues filhos, outras os filhos dominaram os pais, dependendo das circunstancias.
Quando o bebê esta na fase do egocentrismo ele se vê no centro das atenções, afinal de tudo e aproveita da situação que se encontra.
Para que a criança passe a ter autoconfiança em se em seus pais, eles precisam de carinho, elogios e diálogo para desenvolver uma imagem própria e positiva.

TDAH - Questionário de SNAP-IV para crianças


     O questionário de SNAP-IV ajuda o professor detectar se a criança tem TDAH serve como recurso indispensável para diagnóstico do TDAH, se faz presente uma coleta de dados a respeito do comportamento da criança, em pelo menos dois contextos, geralmente, em casa e na escola, tendo pais e professores como fonte de informação.  O diagnóstico é eminentemente clínico, baseando-se em critérios operacionais clínicos, claros e bem definidos, proveniente de sistemas classificatórios confiáveis, executados por equipe multidisciplinar (médicos, psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos, psiquiatras, neurologistas etc.)  Com ajuda desse questionário foi possível em alguns dos meus estágios detectar  crianças com TDAH,onde foi orientado os pais para que procurassem os especialistas.

Para acessar o Questionário SNAP-IV, clique aqui: http://www.tdah.org.br/images/stories/site/pdf/snap-iv.pdf
                         
Como avaliar:
1) se existem pelo menos 6 itens marcados como “BASTANTE” ou “DEMAIS” de 1 a 9 = existem mais sintomas de desatenção que o esperado numa criança ou adolescente.
2) se existem pelo menos 6 itens marcados como “BASTANTE” ou “DEMAIS” de 10 a 18 = existem mais sintomas de hiperatividade e impulsividade que o esperado numa criança ou adolescente.
O questionário SNAP-IV é útil para avaliar apenas o primeiro dos critérios (critério A) para se fazer o diagnóstico. Existem outros critérios que também são necessários. 
IMPORTANTE: Não se pode fazer o diagnóstico de TDAH apenas com o critério A! Veja abaixo os demais critérios.

CRITÉRIO A: Sintomas (vistos acima)
CRITÉRIO B: Alguns desses sintomas devem estar presentes antes dos 7 anos de idade.
CRITÉRIO C: Existem problemas causados pelos sintomas acima em pelo menos 2 contextos diferentes (por ex., na escola, no trabalho, na vida social e em casa).
CRITÉRIO D: Há problemas evidentes na vida escolar, social ou familiar por conta dos sintomas.
CRITÉRIO E: Se existe um outro problema (tal como depressão, deficiência mental, psicose, etc.), os sintomas não podem ser atribuídos exclusivamente a ele. 

20 de ago de 2012

INTERFACES ENTRE A ORALIDADE E A ESCRITA E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A PRÁTICA PEDAGÓGICA

CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM EDUCAÇÃO E SAÚDE



PROMOÇÃO

Grupo de Estudos Interdisciplinares em Desenvolvimento Infantil,  Linguagem  e Processos Educativos (GEDILPE) - CNPq





 Os participantes do aperfeiçoamento poderão participar do Grupo de Pesquisa, vinculado ao CNPq, o qual possibilitará a discussão periódica dos temas abordados no curso, com a elaboração de projetos de pesquisa colaborativa e de materiais científicos (artigos e capítulos de livros).


COORDENAÇÃO

Jáima Pinheiro de Oliveira - Fonoaudióloga; Doutora em Educação pela
Universidade Estadual Paulista (UNESP) Marília, SP. Docente do departamento de Fonoaudiologia UNICENTRO Irati/PR e Docente do Mestrado em Educação UNICENTRO – Guarapuava – PR.
Ana Cândida Schier Martins Lopes - Fonoaudióloga Clínica; Mestre em
Fonoaudiologia – Distúrbios da Comunicação Humana (UNESP), Marília, SP.
Viviane Schier Martins Iachak - Graduada em Letras; Mestranda em Linguística pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Maringá, PR.


PÚBLICO ALVO

- Professores;       Psicopedagogos;     Gestores escolares; Profissionais e estudantes das áreas de pedagogia e magistério, psicologia, fonoaudiologia, serviço social e áreas afins.

O APERFEIÇOAMENTO
Objetivos
Promover discussões acerca do desenvolvimento infantil, envolvendo questões sobre linguagem (oral e escrita), alfabetização e o processo ensino-aprendizagem;
Capacitar     os    participantes   a    compreender      o desenvolvimento típico da linguagem oral, da audição, da leitura e da escrita, contemplando os casos de desenvolvimento atípico (Atrasos no processo de aquisição da linguagem – oral e escrita – Desvios fonológicos, Dificuldades no processo de ensino-aprendizagem, dentre outros);
Fornecer subsídios para que estes educadores possam auxiliar seus alunos, preferencialmente, em sala de aula;
Fornecer condições para que estes educadores possam identificar alterações que necessitam de auxílio profissional e construir propostas de trabalho conjunto (pesquisa colaborativa).

     MÓDULO 1 - O ENSINO DA LÍNGUA MATERNA EM ANOS INICIAIS:
              PERSPECTIVAS PARA O TRABALHO DO PROFESSOR
                         [SETEMBRO DE 2012]- 8h/aula
Temas abordados: Concepções de linguagem e o ensino de língua: percurso histórico; O interacionismo em sala de aula: da leitura à produção escrita; Variação Linguística no contexto escolar; O ensino de gramática nas séries iniciais: os gêneros textuais, usos e funções da linguagem.

  
MÓDULO 2 – CONHECENDO O DESENVOLVIMENTO DA AUDIÇÃO E DA LINGUAGEM: Subsídios para a prática pedagógica[SETEMBRO DE 2012]- 8h/aula

Temas abordados: Conceitos e fases do desenvolvimento da linguagem; Desenvolvimento de habilidades auditivas; Fatores de risco e de proteção para estes processos; Atrasos no processo de aquisição e desenvolvimento da linguagem; Interfaces entre: desenvolvimento da audição e da linguagem, Ensino Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental.

    MÓDULO 3 – POR QUE O MEU ALUNO TEM TROCAS NA FALA E NA
   ESCRITA? QUAL A RELAÇÃO DISSO COM O PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM? [OUTUBRO DE 2012] - 8h/aula

Temas abordados: Fatores auditivos e de linguagem oral que podem  nterferir no processo de aprendizagem da leitura e da escrita; Considerações sobre o "normal" e o "patológico" em relação ao desenvolvimento da linguagem escrita (leitura e escrita); Nomenclaturas e  lassificações atuais que envolvem as dificuldades de aprendizagem; O que  ão essas “chamadas” dificuldades de aprendizagem.


   MÓDULO 4 - O QUE EU POSSO FAZER QUANDO O MEU ALUNO TEM TROCAS NA FALA E NA ESCRITA? COMO POSSO AJUDAR SEU DESEMPENHO ESCOLAR? [OUTUBRO DE 2012] - 8h/aula
Temas abordados: Como descobrir se essas trocas fazem parte do desenvolvimento "normal" ou se elas se referem a possíveis aspectos "patológicos", em relação ao desenvolvimento da linguagem escrita (leitura e
escrita); O que eu devo fazer, quando se tratar de um caso de atraso nesse processo; O que eu devo fazer, quando se tratar de um caso que possa ter aspectos patológicos envolvidos; Quem pode e deve me ajudar; Essa ajuda é apenas clínica ou há possibilidades de intervenção em ambiente escolar; Discussão de casos e possibilidades de adaptações pedagógicas; encaminhamentos e exames complementares.


  MÓDULO 5 – DISCUSSÕES DE CASOS ENCAMINHADOS AOS SERVIÇOS DE FONOAUDIOLOGIA E PSICOPEDAGOGIA [NOVEMBRO DE 2012] - 8h/aula

Apresentação de casos encaminhados aos serviços de Fonoaudiologia e
Psicopedagogia; Noções acerca de possibilidades de intervenções clínicas (Fonoaudiológicas) e educacionais (adaptações pedagógicas; alternativas em ambiente escolar) elaboradas    conjuntamente       (Professor,   Fonoaudiólogo,     Psicólogo, Psicopedagogo).



 MÓDULO 6 – A IMPORTÂNCIA DO OLHAR DE PESQUISADOR NA PRÁTICA PEDAGÓGICA: PESQUISA COLABORATIVA EM EDUCAÇÃO E SAÚDE [NOVEMBRO DE 2012] - 8h/aula

- Normas de elaboração de projetos de pesquisa;
- Possibilidades de investigações interdisciplinares (Fonoaudiologia,
Psicopedagogia e Educação);
- Elaboração de projetos de pesquisa colaborativa
- Estudos de casos.
DATAS E LOCAL: O CURSO SERÁ MINISTRADO AOS SÁBADOS EM LOCAL A SER DEFINIDO PELOS COORDENADORES.
CARGA HORÁRIA- 160 HORAS
Presencial: 120 horas
A distância: 40 horas (leituras e elaboração de estudo
de caso como trabalho final)

PREÇOS PROMOCIONAIS COM DESCONTOS ESPECIAIS PARA ALUNOS DE GRADUAÇÃO, MAGISTÉRIO E PROFESSORES DA REDE PÚBLICA INFORMAÇÕES QUANTO AO INVESTIMENTO E  FORMAS DE PAGAMENTO ENTRE EM CONTATO  PELO CELULAR (42) 99661345 E E-MAIL: ACSM.FONO@GMAIL.COM


IMPORTANTE
PARA CONCLUIR E RECEBER O CERTIFICADO DE PARTICIPAÇÃO    NO   APERFEIÇOAMENTO   SERÁ NECESSÁRIO ELABORAR UM ESTUDO DE CASO COMO TRABALHO FINAL.


INVESTIMENTO - PREÇOS PROMOCIONAIS
      Tipo de Inscrição             Módulos  Avulsos            Curso completo
                                       
 - Alunos de Graduação e                             R$ 100,00                         R$ 600,00
 - Professores da Rede Pública                                                     

 - Demais profissionais e interessados       R$120,00                           R$  720,00
                     
  **Não haverá devolução de taxas, em caso de desistência.

CARGA HORÁRIA - 160 HORAS
Presencial: 120 horas
A distância: 40 horas (leituras e elaboração de estudo de caso como trabalho
final)

FORMAS DE PAGAMENTO
O CURSO COMPLETO (6 MÓDULOS) PODERÁ SER PARCELADO EM ATÉ SEIS VEZES COM CHEQUES OU PODE SER PAGO À VISTA COM 15% DE DESCONTO;
OS MODÚLOS AVULSOS PODERÃO SER PARCELADOS EM ATÉ DUAS VEZES COM CHEQUES OU PODEM SER PAGOS À VISTA COM 15% DE DESCONTO;

15 de jul de 2012

Conhecendo meus dentinhos: Maus hábitos











Fonoaudiologia Educacional na prevenção do ruído



Divulgando: Curso disfagias orofaríngeas - ênfase prática


Professora: 
Fga. Ms. Patrícia Maria da Costa Neves
*Aperfeiçoamento em disfagias orofaríngeas pelo Hospital das clínicas de Porto Alegre e Beneficência Portuguesa.
*Mestre em Distúrbios da Comunicação Humana pela UFSM - RS.
*Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar pelo Instituto Fisiomar - ITAJAI *Coordenadora de área do CEFAC - Itajaí
*Diretora do Instituto Espaço Clin - Saúde e Educação.

Datas: 04/08/12 - 01/09/12 e 29/09/12

Local: 
CLÍNICA DE VOZ FRANCISCO PLETSCH 
RUA: Av. Marechal Floriano Peixoto, 2208 – Rebouças – CEP 80.230-110 - Ctba-PR.
Horário: Sábados das 8;00 hrs ás 17:30 hs.


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO:
-Anatomofisiopatologia da deglutição
- Avaliação e Tratamento das disfagias neurogênicas
- Avaliação e Tratamento das disfagias mecânicas
- Interpretação Nasoendoscópica e Videofluoroscópica da deglutição/ Ausculta cervical
- Aspectos nutricionais e indicação de via alternativa para alimentação / Laboratório de consistências e oficina prática
- Total: 30 horas/aula.

CONTATOS: (41) 3333-9898 Luciana ou (41) 9191-0005 Francisco
E-mail: pletsch@onda.com.br francisco.voz@onda.com.br

Documentos para Inscrição:
(Inscrições até 30/07/12 após se tiver vagas)
 - Fotocópia de documento que comprove ser Fonoaudiólogo(a) ou acadêmico(a) – não precisa ser autenticado.
-Ficha de inscrição preenchida (solicitar).

Valores do Curso:
- R$ 135,00 em 4 parcelas
- R$ 175,00 em 3 parcelas
- R$ 500,00 a vista
- Acadêmicos: 50% de desconto
- Ex-alunos de Pós: R$ 160,00 em 03 parcelas.

O curso só será realizado com no mínimo 15 alunos inscritos.

9 de jul de 2012

Aquisição da Linguagem


A língua diz muito sobre a sua saúde!


Como funciona o teste da orelhinha


Orientações sobre amamentação


O bebê que mama no peito respira só pelo nariz. Isso é correto, pois o ar é aquecido, umidificado e filtrado. Já o bebê que usa mamadeira, chupeta ou outro bico, pode desenvolver a respiração oral, que não é adequada e pode trazer vários outros problemas para a criança a médio e longo prazo. A imagem ao lado é importante para as mamães de plantão perceberem se o bebê está conseguindo respirar pelo nariz ou se já estão respirando pela boca...

A mamadeira, objeto tão utilizado e aceito na nossa cultura pode trazer vários prejuízos às crianças. Em primeiro lugar, o bebê pode deixar de mamar na mãe porque a sucção é totalmente diferente! Segundo, ele poderá ficar com os lábios fracos e não conseguir mais fechá-los! Poderá também ficar com a língua fraca, que ficará entre os dentes! Outro prejuízo que o uso da mamadeira pode trazer é deixar o céu da boca (palato) alto, o que pode dificultar a respiração pelo nariz. Será que vale a pena correr o risco?


Você acha que mamadeira e chupeta não atrapalham na amamentação e não trazem prejuízos ao seu filho?

Todos os estudos sérios indicam que uso de bicos reduz o tempo de aleitamento materno e modifica o crescimento facial. Um dos problemas mais comuns que podem resultar do uso de chupeta e mamadeira são as mordidas abertas!



O que são disfunções orais no bebê?


São dificuldades para que o bebê mame no peito da mãe, especialmente nos primeiros dias após o nascimento.

Essas dificuldades podem ser resultado do uso de chupetas ou mamadeiras, uso de sonda oro ou nasogástrica para alimentação dos bebês ou disfunções sem causa. Em todos os casos mamar na mãe é difícil, mas não impossível. Ter o atendimento de um fonoaudiólogo especializado no atendimento em pediatria é essencial, pois esse profissional é capacitado para avaliar, realizar algumas manobras e massagens que ajudarão o bebê a mamar corretamente! 






O que são fissuras mamilares?


São aqueles machucados no bico do peito que doem pra caramba!
A causa dessas fissuras, em 99% das vezes, é pela pega errada do bebê na mama!
Para o bebê mamar e não doer (é assim que deve ser!) ele deve abrir bem a boca (como se fosse bocejar) e pegar boa parte da aréola (parte escura da mama). Se ele pegar assim não vai doer e ele vai conseguir tirar o leite que precisa!
Não pense que, se você aguentar a dor, seu bebê vai se alimentar, pois o leite não sai do bico, mas da parte escura! Se você sentir dor, tire o bebê do peito colocando seu dedo mínimo no cantinho da boca e em cima da língua. Depois você pode tentar colocá-lo novamente com a boca bem aberta, certo?
Amamentar não pode doer, tem que ser gostoso para a mamãe e o bebê!



Não deixe as dificuldades impedirem a amamentação. Entre em contato com um fonoaudiólogo!!

Se precisar de ajuda, entre em contato com a Fga Cristiane Gomes que é especialista em amamentação e poderá lhe ajudar.

Fone: (44) 9118-6073 ou (44) 3024-2818 Maringá/PR
E-mail: fono.crisgomes@hotmail.com


Fonte: Fga Cristiane Gomes
Imagens:  Briam Palmer

29 de mai de 2012

TESTE DE SNELLEN


MANEIRA CORRETA DE APLICAR O TESTE DE ACUIDADE VISUAL



Material necessário:
* Escala de Snellen
*Lápis preto
* Fita métrica e 1 barbante com 6 metros
* Cadeira
* Lista nominal dos alunos para registro dos resultados conforme modelo em anexo.

Em seguida providenciar local adequado para realização do teste; que deve:
- ter no mínimo 6 (seis) metros de comprimento
- Ser bem iluminado, sem ofuscamento (a luz deve vir de trás ou dos lados da criança que fará o teste).
- Ser silenciosa e sem estímulos que desviem a atenção do aluno.



Tomadas estas providências, procede-se da seguintes maneira:
Coloca-se a tabela na parede e a 6 metros de distância da mesma, marca-se no chão uma linha, indicando o local onde o aluno deverá ficar durante a aplicação do teste.
Colocar a cadeira com os pés dianteiros sobre a linha riscada no chão.
Indicar os sinais (optótipos) de preferência com lápis preto.
O êxito do teste de acuidade visual depende, em parte do preparo prévio dos escolares.
Para que isso suceda, o professor deve explicar detalhadamente o que vai ser realizado, mostrar as diferentes posições do E ou letra indicada como aparecem na tabela, verificar se a explicação foi entendida.
Individualmente colocar o aluno junto da tabela e, explicar-lhe o que deve ser feito. Estando certo que ele entendeu bem, colocá-lo sentado na cadeira, de frente para a tabela, à distância de 6 metros.
Ensinar a cobrir corretamente e completamente o olho com a mão em forma de concha sem exercer pressão sobre o mesmo.
 

Durante a aplicação tomar os seguintes cuidados:
- Efetuar o teste com óculos e depois sem eles, caso a criança os use.
- Testar primeiro o olho direito (OD), depois o olho esquerdo (OE) e, por último os dois olhos (AO), para evitar confusão nas anotações.
- Usar lápis preto para indicar o sinal a ser lido.
- Começar na linha superior, em seguida as imediatamente inferiores, indicando dois ou três sinais por linhas sem estabelecer rotina.
- Mudar de um sinal para o outro, ritmicamente, evitando apressar o aluno, mas sem demorar demasiadamente.
- Mostrar todos os sinais das linhas 0, 9 e 1,0.
- Se a criança for indecisa em determinada linha, indicar um número maior de sinais, para certificar-se se é realmente falha de visão.
- Anotar como resultado do teste, o valor decimal correspondente à última linha em que não houve dificuldade, registrando separadamente os resultados do OD e OE. Exemplo: OD - 1,0 OE - 0,8
- Quando a criança não enxergar os sinais maiores, ou seja da primeira linha, registrar 0,1 (menor do que 0,1)
- Registrar na coluna de observações, sinais ou sintomas percebidos durante a aplicação do teste.
 

Antes de encaminhar ao oculista, os alunos que apresentarem acuidade abaixo do normal (0,7) ou diferença de acuidade de um e outro olho de duas linhas ou mais, é prudente submetê-lo a nova testagem para ter-se segurança dos resultados.

SINAIS DE ALERTA - VISÃO




Os professores podem atuar como agentes preventivos da cegueira observando e encaminhando as crianças que se enquadram nos sinais de alerta abaixo relacionados:

  • Olhos excessivamente irritados;
  • Apertar os olhos ao fixar determinados objetos;
  • Aproximar demasiadamente o estímulo visual;
  • Lacrimejamento.
  • Pestanejamento excessivo;
  • Dor nos olhos;
  • Dores de cabeça;
  • Dificuldade na leitura ou em qualquer atividade que necessite esforço visual;
  • Tropeçar com facilidade.
  • Incapacidade de perceber objetos a distância.
  • Sensibilidade à luz;
  • Estrabismo.
  • Inclinar a cabeça para um dos lados;
  • Tonturas;
  • Visão embaraçada.
  • Visão confusa;
  • Náuseas;
  • Fechar um dos olhos para ler.
  • Levantar da carteira para ler no quadro;
  • Esfregar os olhos com freqüência.
  • Apresentar crostas nas pálpebras;
  • Apresentar purgações ou terçóis (gelo);
  • Apresentar manchas nos olhos.
  • Tremor excessivo nos olhos (Nistagmo);
  • Alterações do comportamento como: irritabilidade, falta de interesse, etc.;
  • Insegurança em brincadeira ao ar livre ao andar;
  • Dificuldade para leitura e escrita.
  • Dificuldade na utilização da linha;
  • Turbulência.
  • Repetência.
  • Nervosismo ao fazer o trabalho.
  • Medo de locomoção.
  • Desinteresse pelas informações visuais.

21 de mar de 2012

DESENVOLVIMENTO INFANTIL - 5 ANOS


Aspectos da Linguagem
- Uso de gestos representativos: por imitação diferida, acompanhados de sílabas com significados ou onomatopéias vocais;
- Produção de verbalização acompanhada de gestos: cominação de duas palavras com gestos;
- Produção de verbalizações isoladas: combinação de duas palavras;
- Está pronta para aprender a leitura e a escrita;
- Produz 2500 palavras;
- Usa “como”, “porque” “depois” e “por favor”;
- Conhece todas as letras do alfabeto;
- Identifica os sons no princípio de algumas palavras (pop começa com som de /p/).
















Aspecto Cognitivo
- Pega o número especificado de objetos, quando lhe pedem;
- Copia triângulos;
- Separa objetos por categoria;
- Demonstra compreensão (apontando) se um objeto é pesado ou leve;
- Repete até 4 dígitos;
- Dá nome e distingue todas as cores;
- Desenha gravuras simples: homem, casa, árvore;
- Copia desenhos complexos;
- Sabem o certo e o errado;
- Empilha 2 ou mais argolas numa estaca por ordem de tamanho.

12 de mar de 2012

A interação entre o educador e a criança pequena


 Matéria publicada no site: Revista Nova Escola

O professor tem um papel fundamental no desenvolvimento da oralidade dos pequenos. Maria Slemenson, formadora de professores do Instituto Natura, explica qual é essa importância, aponta as formas mais adequadas de dialogar com as crianças e mostra caminhos para ampliar o vocabulário delas. Para assistir  aos vídeos basta clicar em cima dos links abaixo:

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=K4OWtF9SYe4


http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=_UxEqkQwq_M


http://www.youtube.com/watch?v=w9WDRa7OjfY&feature=player_embedded